Os alunos que não estiverem em nenhuma das listas abaixo ainda podem ter uma falta.
ALUNOS QUE PODEM TER MEIA PRESENÇA
Alana Ferrari
Leonardo Porzio
Luciana Birck
Mariana Martinez
Tomas Rodrigues
ALUNOS QUE NÃO PODEM MAIS FALTAR
Alice Fossa
Daniel Silva
Fabiane Bento
Jonatas Costa
Rafaella Fraga
Rodrigo Borba
ALUNOS EM RISCO DE RODAR POR FALTAS
Aline Schimit
Amanda de Souza
Anelise Caldini
Daniel Sallenave
Fernanda Pandolfi
Flávia Ferreira
Karoline Bernardo
Taiane Fagundes
Thais Trapp
Sunday, November 18, 2007
Situação de freqüências da turma da noite
Os alunos que tinham direito a meia falta agora podem ter uma falta inteira. Os que não estão em nenhuma das listas podem ter uma falta. Os outros continuam não podendo faltar.
ALUNOS QUE PODIAM TER MEIA FALTA E AGORA PODEM TER UMA INTEIRA
Alice Klein
Aline Menuzzi
Gabriel Cassales
Guilherme Guterres
Leandro Donati
Leonardo Oliveira
Letícia Silva
Manoela de Brito
Mateus Silveira
Maurício Bosquerolli
Renata Moreira
Thiago da Silva
ALUNOS QUE NÃO PODEM MAIS FALTAR
Amora Marzulo
Carla Oliveira
Fernando Weigert
Ícaro dos Santos
Kassiana Nardi
Lucas Braz
Rafael Fernandes
Tiago Rech
ALUNOS EM RISCO DE RODAR POR FALTAS
Juliana Camargo
Rafaela Melz
Sandro Neto
ALUNOS QUE PODIAM TER MEIA FALTA E AGORA PODEM TER UMA INTEIRA
Alice Klein
Aline Menuzzi
Gabriel Cassales
Guilherme Guterres
Leandro Donati
Leonardo Oliveira
Letícia Silva
Manoela de Brito
Mateus Silveira
Maurício Bosquerolli
Renata Moreira
Thiago da Silva
ALUNOS QUE NÃO PODEM MAIS FALTAR
Amora Marzulo
Carla Oliveira
Fernando Weigert
Ícaro dos Santos
Kassiana Nardi
Lucas Braz
Rafael Fernandes
Tiago Rech
ALUNOS EM RISCO DE RODAR POR FALTAS
Juliana Camargo
Rafaela Melz
Sandro Neto
Friday, November 9, 2007
Trabalho final!
O trabalho final é um artigo de no mínimo três páginas sobre algum aspecto de qualquer tema tratado durante o semestre. O artigo deve seguir as regras da ABNT. A bibliografia e a capa não contam como página do trabalho. Lembramos que um trabalho científico precisa ter introdução, argumentação e, principalmente, uma conclusão, ainda que essas seções não estejam divididas por subtítulos.
As datas de entrega são:
Turma da manhã - 30 de novembro, até 11:30
Turma da Noite - 5 de dezembro, até 22:00
Só serão aceitos trabalhos IMPRESSOS e entregues dentro do limite de horário estabelecido.
Alguns links onde vocês podem encontrar bibliografia, além da biblioteca:
del.icio.us/trasel
Trasel.org
Limc
Google Acadêmico
Revista da Famecos
Teses e dissertações da Famecos
Qualquer dúvida, entrem em contato por e-mail ou pessoalmente com um dos professores.
As datas de entrega são:
Turma da manhã - 30 de novembro, até 11:30
Turma da Noite - 5 de dezembro, até 22:00
Só serão aceitos trabalhos IMPRESSOS e entregues dentro do limite de horário estabelecido.
Alguns links onde vocês podem encontrar bibliografia, além da biblioteca:
del.icio.us/trasel
Trasel.org
Limc
Google Acadêmico
Revista da Famecos
Teses e dissertações da Famecos
Qualquer dúvida, entrem em contato por e-mail ou pessoalmente com um dos professores.
Friday, September 14, 2007
Pasta com Livros - 488 xerox do prédio 8
Pessoal, tem uma pasta no xerox do prédio 8 com alguns livros. Nem todos são destinados pra vocês na cadeira, muitos livros tão ali pros orientandos de monografia de Publicidade, mas vale como um ponto pra procurar alguns dos livros que falamos na aula e não estão na Biblioteca. Entonces, pasta 488 do Xerox.
Wednesday, September 12, 2007
Grupos da noite
JORNALISMO ONLINE (Já foi)
Júlia
Taynah
Leandro
Juliano
Bruna Martins
CIBERCULTURA (Já foi)
Jamille
Pamilli
Raquel
Helena
Fernando
CONVERGÊNCIA (26/9)
Sandro
Tiago
Maurício
Rafael
Gabriel
(Paula?)
WEB 2.0 (10/10)
Ícaro
Felipe
Leonardo
Luiza
Tiago
Carla
BLOGS E PRIVACIDADE (24/10)
Kassiana
Vladmir
Juliana
Letícia
BLOGS
Janaína Azevedo
Priscila Pasko
Renata
Richard
JORNALISMO PARTICIPATIVO (07/11)
Stefano Hildebrandt
Manuela Maia
Marcio Meneghini
Rafaela Melz
INTERATIVIDADE (21/11)
Grupo A
Amora Marzulo
Adriana Agüero
Paula Letícia
Tatiana Mocelin
Grupo B
Aline
Angela
Juliana C.
Lucas
Mateus
Júlia
Taynah
Leandro
Juliano
Bruna Martins
CIBERCULTURA (Já foi)
Jamille
Pamilli
Raquel
Helena
Fernando
CONVERGÊNCIA (26/9)
Sandro
Tiago
Maurício
Rafael
Gabriel
(Paula?)
WEB 2.0 (10/10)
Ícaro
Felipe
Leonardo
Luiza
Tiago
Carla
BLOGS E PRIVACIDADE (24/10)
Kassiana
Vladmir
Juliana
Letícia
BLOGS
Janaína Azevedo
Priscila Pasko
Renata
Richard
JORNALISMO PARTICIPATIVO (07/11)
Stefano Hildebrandt
Manuela Maia
Marcio Meneghini
Rafaela Melz
INTERATIVIDADE (21/11)
Grupo A
Amora Marzulo
Adriana Agüero
Paula Letícia
Tatiana Mocelin
Grupo B
Aline
Angela
Juliana C.
Lucas
Mateus
Coordenador de Políticas Digitais defende estrutura pública de banda larga para o Brasil
O coordenador de Políticas Digitais do Ministério da Cultura, Cláudio Prado, vem organizando e desorganizando a cultura brasileira há algumas décadas. É um agitador que em 2003 começou a "hackear" o governo federal, desenvolvendo um trabalho de aproximação entre o mundo digital e a cultura, rompendo pontes analógicas e ampliando os diques de visão.
Nesta conversa/podcast com a Agência Brasil, Prado fala sobre o lançamento da segunda etapa do programa de cultura digital do Ministério da Cultura, a partir de Piraí, cidade fluminense que se bandalargou para o mundo. No coração dessa política, está a defesa de uma estrutura pública de conexão rápida à internet, por meio da banda larga. Leia e ouça o que ele diz.
Por que banda larga?
"A banda larga viabiliza a diversidade, as minorias, as questões culturais que estão em extinção, as espécies culturais que estão em extinção. Essa revitalização, esse renascimento dessas possibilidades se dá através da banda larga. O centro do mundo deixa de ser geográfico. Você passa a estar no centro do mundo se estiver plugado e usar de forma plena a interatividade que isso te possibilita. O cyberespaço é um território realmente democrático e novo onde a informação, a oxigenação, a percepção, as novas questões, podem lhe ser oferecidas ali onde você está. Essa é a compreensão que nós temos da possibilidade cultural da banda larga."
A banda larga e a cultura
"Banda larga é essencial, na realidade, para a cultura, mais do que para qualquer outra coisa, porque outras coisas podem trafegar em banda menores. É só a cultura que tem caminhões pesados do ponto de vista de bits e bytes, porque a cultura trafega audiovisual que precisa de banda, trafega imagem, música, estas são as grandes demandas de largueza da banda."
A banda larga e a diversidade cultural
"O que impede a diversidade de existir é a divulgação, a difusão, a circulação, a distribuição da informação cultural. Os processos analógicos viabilizaram processos de distribuição que são gargalos da diversidade.
Vou dar um exemplo: uma música se transforma num CD, antigamente era um LP e depois virou um CD, mas um objeto que vai de caminhão para uma loja, que vai de caminhão para onde você chega. Isso inviabilizou que alguém em Xapuri, que tivesse interessado em uma música extremamente sofisticada, ele não tinha como, porque não tinha como o LP ou o CD dessa música mais elaborada, essa música minoritária, chegasse lá porque esse objeto ia ficar encalhado na loja de CD lá do pedaço. Não tinha como, na verdade, distribuir minorias.
É semelhante com qualquer outra minoria e conseqüentemente a soma das minorias é o que cria a fantástica possibilidade de existir diversidade. Então existe uma coisa prática na questão da diversidade que estava condenando as minorias a não existirem e a diversidade a ser uma espécie em extinção.
Com a banda larga isso se inverte. Nenhuma coisa desaparece mais. Por exemplo: o livro print on demand [impresso sob demanda], a nova tendência do livro, a máquina que faz livros, acabou com o livro esgotado. O livro esgotado é o fim da diversidade. Livros em que só poucas pessoas estão interessadas, idéias muito elaboradas, sofisticadas, podem continuar existindo. Acabou o livro esgotado. Isso é um belo exemplo de como o digital pode construir uma nova realidade em relação à diversidade."
A banda larga e a cidadania
"O impacto sobre a economia da cultura é brutal. Mas ele é muito maior se a gente prestar atenção na questão da auto-estima do cidadão brasileiro, se a gente prestar atenção na inclusão de forma muito ampla e genérica - não é inclusão digital, não, é inclusão do ser humano na possibilidade de ser cidadão que a banda larga traz. Esse fenômeno cultural nos interessa para além da questão das coisas específicas de produtos culturais que possam estar impactando a economia da cultura. A economia da cidadania é que vai ser catapultada a graus extremamente elaborados e sofisticados para uma política pública de banda larga."
A banda larga e o governo federal
"Há quatro anos, quando a gente começou a trabalhar nessa direção, dentro do Ministério da Cultura e do governo em geral, ninguém falava dessa questão. Ninguém tocava nesse assunto. Software livre, por exemplo, a quantidade de gente que não tinha a menor noção do software livre, como o software livre poderia impactar na direção da autonomia, da identidade, das questões também ligadas à diversidade. Banda larga era quase uma metáfora muito distante.
Hoje essa discussão chegou ao Palácio do Planalto, à centralidade do governo. Estamos andando na velocidade digital. Em quatro anos, a diferença é brutal. Eu acho que estrategicamente, para qualquer país, mas sobretudo para o Brasil, que tem distâncias inacreditáveis, a montagem de uma infra-estrutura pública de banda larga no país todo é a única coisa que pode dar liga a uma compreensão política, social e cultural muito mais ampla de processos de mudança e de processos de avanço políticos, sociais e culturais."
(Da Agência Brasil)
Nesta conversa/podcast com a Agência Brasil, Prado fala sobre o lançamento da segunda etapa do programa de cultura digital do Ministério da Cultura, a partir de Piraí, cidade fluminense que se bandalargou para o mundo. No coração dessa política, está a defesa de uma estrutura pública de conexão rápida à internet, por meio da banda larga. Leia e ouça o que ele diz.
Por que banda larga?
"A banda larga viabiliza a diversidade, as minorias, as questões culturais que estão em extinção, as espécies culturais que estão em extinção. Essa revitalização, esse renascimento dessas possibilidades se dá através da banda larga. O centro do mundo deixa de ser geográfico. Você passa a estar no centro do mundo se estiver plugado e usar de forma plena a interatividade que isso te possibilita. O cyberespaço é um território realmente democrático e novo onde a informação, a oxigenação, a percepção, as novas questões, podem lhe ser oferecidas ali onde você está. Essa é a compreensão que nós temos da possibilidade cultural da banda larga."
A banda larga e a cultura
"Banda larga é essencial, na realidade, para a cultura, mais do que para qualquer outra coisa, porque outras coisas podem trafegar em banda menores. É só a cultura que tem caminhões pesados do ponto de vista de bits e bytes, porque a cultura trafega audiovisual que precisa de banda, trafega imagem, música, estas são as grandes demandas de largueza da banda."
A banda larga e a diversidade cultural
"O que impede a diversidade de existir é a divulgação, a difusão, a circulação, a distribuição da informação cultural. Os processos analógicos viabilizaram processos de distribuição que são gargalos da diversidade.
Vou dar um exemplo: uma música se transforma num CD, antigamente era um LP e depois virou um CD, mas um objeto que vai de caminhão para uma loja, que vai de caminhão para onde você chega. Isso inviabilizou que alguém em Xapuri, que tivesse interessado em uma música extremamente sofisticada, ele não tinha como, porque não tinha como o LP ou o CD dessa música mais elaborada, essa música minoritária, chegasse lá porque esse objeto ia ficar encalhado na loja de CD lá do pedaço. Não tinha como, na verdade, distribuir minorias.
É semelhante com qualquer outra minoria e conseqüentemente a soma das minorias é o que cria a fantástica possibilidade de existir diversidade. Então existe uma coisa prática na questão da diversidade que estava condenando as minorias a não existirem e a diversidade a ser uma espécie em extinção.
Com a banda larga isso se inverte. Nenhuma coisa desaparece mais. Por exemplo: o livro print on demand [impresso sob demanda], a nova tendência do livro, a máquina que faz livros, acabou com o livro esgotado. O livro esgotado é o fim da diversidade. Livros em que só poucas pessoas estão interessadas, idéias muito elaboradas, sofisticadas, podem continuar existindo. Acabou o livro esgotado. Isso é um belo exemplo de como o digital pode construir uma nova realidade em relação à diversidade."
A banda larga e a cidadania
"O impacto sobre a economia da cultura é brutal. Mas ele é muito maior se a gente prestar atenção na questão da auto-estima do cidadão brasileiro, se a gente prestar atenção na inclusão de forma muito ampla e genérica - não é inclusão digital, não, é inclusão do ser humano na possibilidade de ser cidadão que a banda larga traz. Esse fenômeno cultural nos interessa para além da questão das coisas específicas de produtos culturais que possam estar impactando a economia da cultura. A economia da cidadania é que vai ser catapultada a graus extremamente elaborados e sofisticados para uma política pública de banda larga."
A banda larga e o governo federal
"Há quatro anos, quando a gente começou a trabalhar nessa direção, dentro do Ministério da Cultura e do governo em geral, ninguém falava dessa questão. Ninguém tocava nesse assunto. Software livre, por exemplo, a quantidade de gente que não tinha a menor noção do software livre, como o software livre poderia impactar na direção da autonomia, da identidade, das questões também ligadas à diversidade. Banda larga era quase uma metáfora muito distante.
Hoje essa discussão chegou ao Palácio do Planalto, à centralidade do governo. Estamos andando na velocidade digital. Em quatro anos, a diferença é brutal. Eu acho que estrategicamente, para qualquer país, mas sobretudo para o Brasil, que tem distâncias inacreditáveis, a montagem de uma infra-estrutura pública de banda larga no país todo é a única coisa que pode dar liga a uma compreensão política, social e cultural muito mais ampla de processos de mudança e de processos de avanço políticos, sociais e culturais."
(Da Agência Brasil)
Inclusão digital por quem a faz
O blog Mobilidade em Educação é feito por um pesquisador brasileiro que está estudando e testando diversos protótipos de laptops baratos, que o governo brasileiro pretende oferecer aos alunos da rede pública. Há várias análises de computadores e notícias sobre o tema, além de comentários gerais sobre o uso de tecnologia na educação.
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