Wednesday, September 5, 2007

Entrevista com Andrew Keen

Folha de S. Paulo
São Paulo, segunda-feira, 30 de julho de 2007

Ataque à blogosfera



http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq3007200707.htm

"Anticristo" entre os blogueiros, historiador britânico Andrew Keen diz em livro que a internet está matando a cultura e critica sites como YouTube e Wikipedia

MARCO AURÉLIO CANÔNICO

DA REPORTAGEM LOCAL

George Orwell não entendeu o futuro. Em seu clássico "1984", o escritor temia pelo desaparecimento do direito à expressão individual, mas, no atual mundo da internet, o verdadeiro horror é justamente o oposto: a abundância de autores e de opiniões.

O raciocínio é do historiador britânico Andrew Keen, 46, ex-professor das universidades de Massachusetts e Berkeley (EUA) e um dos pioneiros do Vale do Silício, que na primeira onda da internet fundou o site de música Audiocafe.com.

Keen tornou-se um dos líderes da crítica à internet graças a seu livro "The Cult of the Amateur: How Today's Internet Is Killing Our Culture" (o culto ao amador: como a internet de hoje está matando nossa cultura), recém-lançado no exterior e ainda sem edição no Brasil. Sua cruzada não é contra a tecnologia em si, mas contra a revolução da segunda geração da internet, a web 2.0, baseada na interatividade e no conteúdo gerado pelos usuários, cujos marcos são os blogs e sites como o YouTube e a Wikipedia -que, segundo Keen, estão gerando "menos cultura, menos notícias confiáveis e um caos de informações inúteis". Graças ao livro, Keen tornou-se uma espécie de anticristo entre os blogueiros, sendo chamado desde "prostituta das grandes corporações" até "um mastodonte rosnando contra os ventos da mudança".

Em entrevista à Folha por telefone, ele explicou suas idéias e por que, mesmo com toda sua crítica, tem um blog.

FOLHA - O sr. fala em "darwinismo digital" para descrever o funcionamento dos blogs.
ANDREW KEEN - Sim, é a sobrevivência do mais adaptado, o que, no caso dos blogs, significa os que escrevem mais. A blogosfera é muito competitiva e masculina, é um jogo em que, para você ganhar, alguém tem que perder. Não é lugar para conversas ponderadas.

FOLHA - O sr. também vê um resquício da cultura hippie na web 2.0?
KEEN - Há um legado hippie na filosofia libertária da blogosfera, no desprezo à autoridade, à mídia tradicional. Acho que a autoridade do Estado, da mídia, são coisas que devemos prezar, porque têm valores significantes que, se minados, criariam a anarquia. A rejeição da autoridade vista nos blogs não é progressista, é anarquista.

FOLHA - Mas o sr. é contra experiências como o Creative Commons [sistema de licenciamento de obras artísticas pela internet]?
KEEN - Acho que é um movimento que inclui moderados e radicais. Eu o respeito, mas temo que ele esteja desvalorizando a credibilidade da propriedade intelectual. Acho que a idéia funciona quando você é um sofisticado professor de direito como Larry Lessig [criador do Creative Commons], mas me preocupa que as pessoas se apóiem em um conceito como o que ele criou para roubar idéias alheias, me inquieta essa permissividade geral em relação aos direitos autorais, em especial entre os jovens.

FOLHA - É isso que causa o que o sr. chama de "assalto à economia"?
KEEN - Talvez eu tenha estabelecido, no livro, muita causalidade entre a ascensão da nova mídia e o declínio da tradicional. As novas mídias são uma das causas do declínio, mas a indústria de música, os estúdios de Hollywood, os grandes jornais e TVs têm outros problemas. Dito isso, acho que deveríamos prezar pela existência de mídia tradicional.

FOLHA - Mas não é apenas a falta de adaptação às novas tecnologias que prejudica a mídia tradicional?

KEEN - Não me oponho à tecnologia, entendo que ela sempre muda tudo e que temos que mudar com ela. Mas nem todo avanço tecnológico é bom e, em algumas circunstâncias, pode ser bom gerenciar ou conter as mudanças tecnológicas, se elas minam a sociedade. A Escola de Frankfurt se mostrou correta, emburrecemos nossa cultura e me preocupa que a internet continue fazendo isso, acabando com nossa vitalidade cívica e com a economia do entretenimento e da informação.

FOLHA - Por que a "democratização da internet" é falaciosa?
KEEN - Porque há novos oligopólios anônimos na rede, nos jogos on-line, nos pequenos grupos de ativistas que editam a Wikipedia, nos poucos blogueiros que dominam a maior parte dos acessos entre os 70 milhões de blogs. Não vejo como a web 2.0 está democratizando a mídia, acho que acontece o oposto: a mídia tradicional fornece informação de qualidade acessível às massas e não acho que a segunda geração da web esteja reproduzindo isso.

FOLHA - O fato de o sr. ter um blog não é paradoxal?
KEEN - Tenho blog para vender o livro e construir minha marca. A internet é uma grande plataforma de marketing, mas é preciso ter algo por trás. Meu livro não defende que as pessoas não tenham blogs, apenas que não finjam que são substitutos da mídia tradicional ou representantes de fontes de informação confiáveis sobre o mundo. Como as pessoas saberiam da crise aérea brasileira, por exemplo, sem jornalistas profissionais? Iam ter de se basear em blogueiros, que podem ser representantes das companhias aéreas ou do governo?

O PAPEL DAS ELITES

+ Mídia
O PAPEL DAS ELITES

Folha de S. Paulo - Mais!
São Paulo, domingo, 25 de março de 2007

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs2503200711.htm



Pioneiro na informação on-line, Robert Cauthorn diz que barateamento da banda larga e telas portáteis de alta qualidade modificarão
profundamente os jornais impressos, que em breve deverão sair apenas nos fins de semana



LAURE BELOT PASCALE SANTI



Para o jornalista americano Robert Cauthorn, pioneiro da informação on-line, a revolução digital nos meios de comunicação promete
aposentar o jornalismo diário em papel em apenas uma geração. Segundo o responsável pela adaptação à web de jornais como o "San
Francisco Chronicle", premiado pela Newspaper Association of America como "pioneiro digital", a geração nascida com internet prescinde de
folhear as páginas impressas do jornal. A mudança é só uma questão de os preços do "papel eletrônico" e das conexões sem fio chegarem a um nível acessível, disse ele na entrevista abaixo, dada ao "Le Monde".



PERGUNTA - O "Yantai Daily", na China, e o "Les Echos", na França, estão fazendo experimentos com jornais que podem ser lidos numa
simples folha eletrônica. Quando os jornais existirão apenas em formato digital?

ROBERT CAUTHORN -
A revolução digital já está em curso. A hegemonia será dos suportes eletrônicos, que permitem o acesso a informações constantemente atualizadas. É pouco provável que um adolescente de hoje, integrante da geração dos "digital natives" [nativos digitais], nascidos com internet, leia um jornal diário impresso quando chegar aos 30 anos. Tudo se acelera. Já hoje, meu telefone 3G [de terceira geração] me permite acessar vídeos de 30 imagens por segundo e um grande número de textos, a qualquer momento e em qualquer lugar. Os jornais impressos vão se tornar anacrônicos a partir do momento em que houver ampla disponibilidade de telas de alta qualidade e baixo preço e quando as conexões de banda larga e sem fio se generalizarem. Isso deve acontecer em menos de cinco anos nos EUA.



PERGUNTA - Quer dizer então que o jornal de papel vai desaparecer?

CAUTHORN -
Um livro impresso sempre terá razão de ser, já que pode ser lido várias vezes ao longo de muitos anos. Mas quais serão as vantagens do papel para um jornal? A força do hábito para muitas gerações de leitores e o conforto da leitura em folhas grandes, mais agradável do que a leitura na tela. Mas tudo vai mudar com a chegada, após a generalização da banda larga, da tinta eletrônica e das telas flexíveis. Para produzir um jornal de papel, árvores são cortadas, transportadas, transformadas em celulose e depois em rolos gigantes de papel que são transportados para gráficas. Jornais são impressos, embalados, carregados sobre caminhões e depois descarregados nos pontos-de-venda. Os consumidores os compram, os levam para suas casas e, depois, os jogam no lixo. Eles são recolhidos por caminhões e, na melhor das hipóteses, levados a centros de reciclagem. Tudo isso guarda mais relação com a logística do que com a informação! Para um produto tão imediato quanto um jornal, esse desperdício é obsoleto.



PERGUNTA - Como as organizações de imprensa vão se adaptar?

CAUTHORN -
Os jornais nunca foram precursores, mas o modelo econômico do jornal em papel, que já se encontra sob pressão há dez anos, será
cada vez mais pressionado. Quase todos os jornais dos países desenvolvidos perdem dinheiro entre segunda e quinta-feira e são
lucrativos apenas três dias por semana. O leitor que compra seu jornal sete dias por semana praticamente desapareceu. Doze anos atrás, eu criei para o "San Francisco Chronicle" um dos cinco primeiros sites de informação na internet. Dentro de 12 anos, duvido que os jornais impressos ainda sejam diários. Dentro de cinco a dez anos vão surgir jornais impressos três dias por semana: às sextas e aos sábados e domingos. Paralelamente, eles oferecerão informações na internet ou outras plataformas digitais durante sete dias por semana, 24 horas por dia. O conteúdo desses jornais em papel será mais contextualizado, lembrando o das revistas atuais; os furos ou informações quentes já terão sido dados na versão digital.



PERGUNTA - Que conteúdo os jornais deverão propor?

CAUTHORN -
Hoje os jornais oferecem uma informação generalista. Amanhã, terão que se adaptar aos universos diferentes dos leitores. Estes vão querer uma informação concisa e pertinente, que lhes seja entregue "on demand" [por encomenda]. Assim, os longos artigos narrativos sempre existirão, mas de maneira menos dominante. Hoje mesmo as pessoas já têm a tendência a ler apenas os títulos. Dentro das próprias redações dos jornais, é difícil encontrar pessoas que lêem um jornal inteiro. Essa tendência vai se ampliar.



PERGUNTA - Os jornais se tornarão um produto de consumo amplo?

CAUTHORN -
É claro que não! Uma paisagem feita de informações que respondem apenas à demanda seria deplorável. Entretanto, para serem lidos, os artigos terão que ser ainda mais surpreendentes, em vista da enorme concorrência representada pela profusão de informações disponíveis. Os jornalistas terão que pensar de maneira diferente e se preocupar mais com seu público. Há uma verdadeira revolução por vir. Hoje a maior preocupação dos jornalistas ainda é com os horários de fechamento e com a questão de fazer a informação sair o mais rapidamente possÍvel. O desafio é grande, mas o momento é apaixonante para o jornalismo.



PERGUNTA - Como vão evoluir os blogs ou o jornalismo cidadão e colaborativo? Estamos assistindo ao fim do quarto poder?

CAUTHORN -
Não. Mas ele terá que aceitar compartilhar seu poder. Já hoje, nos EUA, blogueiros privados, que não têm o patrocínio de nenhuma instituição, gozam de tanta notoriedade junto ao público quanto os maiores editorialistas. Até hoje as pessoas que controlavam os jornais eram aquelas que tinham voz de autoridade no debate público. Isso era algo inerente ao equilíbrio de poder entre a imprensa e as instituições. Essa divisão de papéis pertence ao passado. Os blogs nunca vão tomar o lugar do jornalismo, mas vão continuar fazendo parte da paisagem. Quanto ao jornalismo cidadão, vai constituir uma maneira rápida e eficaz de revelar um acontecimento, mas nem por isso tornará obsoleto o jornalismo tradicional. Apesar disso, não creio que esse tipo de jornalismo seja capaz de lançar luz sobre crimes ou temas políticos. Para isso é preciso que se tenha acesso a determinadas fontes, e, sobretudo, é preciso contar com a proteção de uma instituição como um jornal.

Este texto foi publicado no "Le Monde".

Tradução de Clara Allain.

Wednesday, August 8, 2007

Sites para treinar seu texto

Há diversos sites em português em que os alunos de jornalismo podem publicar textos que serão vistos por muita gente e talvez até fazer uma diferença. Além disso, os autores ainda podem contar com os comentários de leitores para melhorar o estilo. Um desses sites é o próprio Blogger, onde está hospedado este blog. Outras ferramentas gratuitas são:

Wordpress.com - Uma das melhores, mais flexíveis e estáveis ferramentas para a criação de blogs existentes na Web.

Overmundo - Publicação participativa voltada para a cultura brasileira.

Wikinews - Site colaborativo baseado no mesmo sistema da Wikipedia.

Centro de Mídia Independente - Agência de notícias alimentada por ativistas de esquerda.

FotoRepórter - Aqui você pode publicar suas fotos. Elas entram na lista da Agência Estado e, se forem vendidas, você ganha uma grana.

Jornal de Debates - Site que propõe discussões em que todos podem participar publicando seus artigos e respondendo aos artigos dos outros.

Seções de portais brasileiros em que você pode publicar notícias:

Minha Notícia

VC Repórter

Eu-Repórter

Tuesday, August 7, 2007

A notícia para a Web

O Eduardo Fernandes, que não é jornalista, mas trabalhou em muitos veículos on e offline, está publicando uma série de artigos sobre as diferenças entre o jornalismo para a Web e para o impresso. No primeiro post, ele diz que os repórteres precisam deixar de lado a expectativa de dar a palavra final sobre qualquer assunto.

Um trecho:

Por isso até não é tão necessário dar a notícia 100% completa e correta. É mais importante:
1. Mostrar onde você pode se informar mais sobre o assunto. (Libere essa fonte. Diga-me como fez pra apurar).
2. Deixar claro que há uma multiplicidade de fontes de informação. (Dê links. Não me prenda neste site, não sou trouxa, sei que o mundo é vasto).
3. Ser transparente e continuar pesquisando ao longo do tempo. E atualizando o texto. (Updates, bug fixes).
4. Criar espaços pra reatualizar e corrigir a informação. (Acompanhar via RSS, por exemplo).
5. Calma. Você ainda pode ser uma "autoridade" num assunto - ou achar que é. Só vai precisar de um SAC.

Grupos MANHÃ

JORNALISMO ONLINE

Grupo A
Rodrigo Borba
Fabrício Lunardi
Leonardo
Jônatas Costa

Grupo B
Gabriela Bizz
Gabriela Pimentel
Luciana Birck
Débora
Tomás

CONVERGÊNCIA

Grupo A
Jomara Cardoso
Pedro Garcia
Chiquinha
Mariana

Grupo B
Alana Ferrari
Karoline Guedes

WEB 2.0

Grupo A
Luana
Milene
Taiane
Anelise
Luciano

Grupo B
Amanda S.
Kellen M.
Eliane F.
Rafaella F.
Juliana Machado

INTERATIVIDADE

Grupo A
Thais Longaray
Juliana Mello
Isabela Alves
Márcia DalMolin
Marcelo

Grupo B
Déborah L.
Renata M.
Luana Brasil

JORNALISMO PARTICIPATIVO

Grupo A
Aline Trindade
Aline Schimit
Flávia Pereira
Fernanda Pandolfi
Thaís Trapp

Grupo B
Ellen Dick
Jéssica Moreno
Rafael Codonho
Alice Nader

Wednesday, August 1, 2007

Teste

1) O primeiro jornal online do Brasil foi o Estado de São Paulo, na rede desde 1995.
( ) Verdadeiro ( ) Falso

2) Na cobertura do Carnaval deste ano em Porto Alegre, a informação publicada pelo jornal Zero Hora sobre o número de títulos da escola de samba Bambas da Orgia era diferente do número colocado no verbete sobre a escola de samba na Wikipedia. Quem estava certo?
( ) Wikipedia ( ) Zero Hora

3) Enciclopédias virtuais como a Wikipedia (http://wikipedia.org) e outros trabalhos coletivos são realizações práticas de idéias antes discutidas por teóricos como Pierre Lévy e Howard Rheigold
( ) Verdadeiro ( ) Falso

4) Neste verão, uma das armas da Brigada Militar na luta contra o crime foi o Google Earth
( ) Verdadeiro ( ) Falso

5) O site de relacionamentos MySpace é de propriedade da empresa News Corp, a mesma das redes de TV Fox News e Fox.
( ) Verdadeiro ( ) Falso

6) Para investigar os atos de vandalismo das torcidas organizadas em Porto Alegre, o jornal Zero Hora e a Brigada Militar utilizaram dados colocados no Orkut.
( ) Verdadeiro ( ) Falso

7) Assim como a TV, o rádio vai mudar de analógico para digital
( ) Verdadeiro ( ) Falso

8) O governo já definiu um padrão para a TV Digital no Brasil.
( ) Verdadeiro ( ) Falso

9) É necessária concessão do governo para colocar “no ar” um site com vídeos, como uma televisão, na Internet
( ) Verdadeiro ( ) Falso

10) Na comparação dos números – com a devida proporção, não absolutos -, os programas lideres de audiência da TV norte-americana hoje contam com menos público que os programas mais vistos de 30 anos atrás.
( ) Verdadeiro ( ) Falso

11) O problema da exclusão digital é exclusivo dos paises pobres
( ) Verdadeiro ( ) Falso

12) Blogs como o Blog do Noblat, de Ricardo Noblat, e Blog do Juca, de Juca Kfouri, são espaços de jornalismo online.
( ) Verdadeiro ( ) Falso

13) Um repórter munido de laptop, câmera digital e cartão WiFi não precisa deixar estádios como Morumbi ou Mineirão para enviar fotos para as redações.
( ) Verdadeiro ( ) Falso

14) Protocolos como o Creative Commons permitem que a pessoa coloque músicas, livros e vídeos com o controle dos Direitos Autorais.
( ) Verdadeiro ( ) Falso

15) Baixar músicas ou programas jornalísticos em áudio da Internet é crime.
( ) Verdadeiro ( ) Falso

16) De acordo com o site Tecnorati.org, um blog nasce a cada segundo.
( ) Verdadeiro ( ) Falso

17) No último verão, a Justiça ordenou que os provedores de acesso impedissem o acesso dos internautas ao site YouTube. A medida controversa foi noticiada inicialmente pela imprensa internacional, depois pelos meios de comunicação do Brasil.
( ) Verdadeiro ( ) Falso

18) No ano passado, comunidades virtuais de torcedores disponibilizaram na Internet transmissões ao vivo dos jogos do Campeonato Brasileiro de forma ilegal.
( ) Verdadeiro ( ) Falso

19) Especialistas e público interessado publicam reportagens em sites jornalísticos na Internet, utilizando recursos com maior grau de interatividade que páginas de jornais tradicionais.
( ) Verdadeiro ( ) Falso

20) As primeiras imagens dos feridos nos ataques norte-americanos ao Iraque, contrariadas pelas redes de TV dos EUA, foram publicadas na Internet no site da rede de TV AlJazeera e replicadas em blogs e outros sites.
( ) Verdadeiro ( ) Falso

Tuesday, July 31, 2007

Cronogramas 2007/2

Noite

1/8 - Introdução
8/8 - Mapa da Mídia Digital
15/8 - Jornalismo Online
22/8 - Jornalismo Online + Apresentação
29/8 - Cibercultura
5/9 - Cibercultura + Apresentação
12/9 - Inclusão Digital + Atividade
19/9 - Convergência
26/9 - Convergência + Apresentação
3/10 - Web 2.0
10/10 - Web 2.0 + Apresentação
17/10 - Blogs e Privacidade
24/10 - Blogs e Privacidade + Apresentação
31/10 - Jornalismo Participativo
7/11 - Jornalismo Participativo + Apresentação
14/11 - Interatividade
21/11 - Interatividade seminário
28/11 - Direitos Autorais + Wireless
5/12 - G1 - encerramento
12/12 - G2

Manhã

3/8 - Mapa da Mídia Digital + Wireless
10/8 - Jornalismo Online
17/8 - Jornalismo Online + Apresentação
24/8 - Cibercultura
31/8 - Inclusão Digital + Atividade
7/9 - FERIADO
14/9 - Convergência
21/9 - Convergência + Apresentação
28/9 - Web 2.0
5/10 - Web 2.0 + Apresentação
12/10 - FERIADO
19/10 - Blogs e Privacidade
26/10 - Jornalismo Participativo
2/11 - FERIADO
9/11 - Jornalismo Participativo + Apresentação
16/11 - Interatividade
23/11 - Interatividade + Atividade
30/11 - G1 - Direitos Autorais + encerramento
7/12 - G2